Aqui segue uma segunda ficha de verificação de conteúdos, de Verdadeiros e Falsos, sobre os temas "genética" e "cérebro".
Este sitio destina-se a apoiar o trabalho dos alunos da disciplina de Psicologia B da Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima, Esgueira, Aveiro, para o ano letivo 2011-2012. Aqui pode encontrar documentos de apoio elaborados e recolhidos pelos alunos e professora, resumos da matéria, trabalhos individuais e de grupo, esquemas, fichas de trabalho on line, material multimédia, ligações, entre outros. Anabela Ferreira
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
FICHA DE VERIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS - GENÉTICA E CÉREBRO
COMO ESTUDAR (SUGESTÕES E RECOMENDAÇÕES)
"O método de estudo é pessoal e leva alguns anos a adquirir; um grande número de alunos ainda não encontrou a melhor forma de rentabilizar o seu tempo e isso é, sem qualquer dúvida, importante. Antes de mais deves cuidar do espaço onde estudas: deve ser sempre o mesmo; confortável sem contudo convidar ao sono, com luz natural, com o material necessário e sem "distractores" (computador ligado de forma permanente, chats, telemóvel disponível para troca de sms, música em volume alto ou até médio, posters que fazem a tua imaginação "voar" mesmo em frente do campo de visão, etc.). Evita que te interrompam e, se for necessário, pede às pessoas que respeitem esse teu tempo. Não são precisas muitas horas de estudo se o fizeres regularmente. Guarda diariamente o tempo necessário para rever e organizar os apontamentos que tiraste e para fazer algum "tpc" que te tenha sido pedido. Não deixes acumular matéria nem adies qualquer tarefa, mesmo que seja muito simples. Se assim fizeres, vais ver que o tempo te parece maior. Reserva uma tarde por semana para um estudo mais profundo; se tiveres sido assíduo às aulas e cumpridor do estudo de revisão diário, vais ver que na maior parte das vezes chega. Como proposta de organização de trabalho sugiro que comeces por seleccionar o material de leitura; divide-o nas partes que correspondem a temas ou subtemas; a partir daí faz uma leitura transversal - lê o início dos parágrafos e procura rapidamente palavras chave: marca, em cada momento, os parágrafos que te parecem mais importantes. Depois da pré-leitura estás preparado para ler o texto integralmente: começa por recordar mentalmente o que já sabes sobre essa matéria pois isso vai facilitar a compreensão do texto. Inicia a leitura tentando perceber cada parágrafo e estabelecendo as relações com o tema (assunto). É natural que ao longo da leitura surjam conceitos novos. Usa um dicionário de Português e um de Psicologia. Interessa-te pelos novos conceitos pois é assim que se faz uma grande parte do trabalho de investigação. Assim que terminares a leitura interroga-te sobre o conteúdo do texto. Imagina questões e responde-lhes; extrai conclusões. O passo seguinte é relacionar esses dados com a matéria que deste: assim asseguras a compreensão global e pormenorizada do tema bem como a memorização. Finalmente, e em função do tipo de matéria que encontrares, produz pelo menos um documento: resumo, esquema, quadro ou texto. Lembra-te que não deves ficar a estudar mais que duas horas sem fazer um intervalo de pelo menos 10 minutos. Procura horários diurnos pois há estudos que revelam melhores resultados aos que o fazem com luz natural. Não deixes de dormir um mínimo de sete horas diárias. Podem parecer pormenores mas é com os detalhes que se consegue a diferença e os melhores resultados."
Francisco Lopes
Francisco Lopes
FICHA DE VERIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS - GENÉTICA E CÉREBRO
Aqui segue uma ficha de verificação/consolidação de conteúdos, com questões de escolha múltipla sobre os capítulos "Genética" e "Cérebro".
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FICHA DE VERIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS - A GENÉTICA
Aqui está uma ficha de escolha múltipla para testar e verificar os conhecimentos relativos a conteúdos da Genética.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
ATENÇÃO

Encontram-se disponíveis em "documentos de apoio ao estudo " , dois documentos sobre o neurónio e a transmissão da informação nervosa (sinapse).
PREFORMISMO E EPIGÉNESE
Há duas hipóteses relativamente ao papel da genética na determinação dos caracteres individuais: o preformismo e a epigénese.
O preformismo é uma teoria que sustenta a ideia de que no ovo já estão presentes todas as características futuras do indivíduo, independentemente do meio em que decorra o seu desenvolvimento. Assume uma posição determinista do desenvolvimento, não admitindo que haja lugar para o aparecimento de caracteres resultantes da acção do meio. Trata-se de uma teoria que admite, pois, que o ser humano se constitui em obediência a um programa preestabelecido geneticamente. Isto significa que o desenvolvimento não passa de uma actualização de estruturas hereditárias existentes no genótipo.
Investigações feitas na actualidade vieram demonstrar que a hipótese estritamente genética do preformismo não é suficiente para explicar os nossos caracteres, tendo que admitir o papel condicionante de factores provenientes do meio. É o caso da interferência do tabaco no tamanho dos fetos, por exemplo, que provoca uma tendência para os filhos das mães fumadoras nascerem mais pequenos e com menos peso que os bebés das mães que não fumam. Estes condicionantes dos caracteres hereditários, provenientes do meio, são conhecidos por factores epigenéticos em virtude de se situarem para além e acima da genética.
A epigénese assume uma posição construtivista do desenvolvimento, considerando-o como resultante da combinação integrada de efeitos de factores genéticos e do ambientais. Trata-se de uma tese que sustenta que os genes não são exclusivos na determinação das características do ser humano. A actuação do código genético processa-se sempre num ambiente em que os genes se expõem à acção condicionadora de factores interferentes de ordem externa.
Conclusão:
O preformismo é a tese segundo a qual o desenvolvimento individual prossegue um rumo predeterminado, em virtude da programação inscrita no código genético.
A epigénese é a tese segundo a qual o desenvolvimento do indivíduo se processa através da acção recíproca estabelecida entre a genética e o ambiente.
Hereditariedade específica e individual
A hereditariedade define-se pela transmissão de informação genética de uma geração para a outra.
Podemos distinguir dois tipos de hereditariedade: individual e específica.
A hereditariedade específica corresponde à transmissão à geração seguinte das informações genéticas responsáveis pelas características comuns a todos os indivíduos da mesma espécie, determinando a constituição física e alguns comportamentos fixos da espécie. Exemplos: a forma como se processa o acasalamento, a migração das aves, o cuidar das crias, a construção de ninhos, etc. Entre os seres humanos há um conjunto de características comuns que nos definem como humanos. Entre muitas outras podemos referir a constituição do rosto (testa, olhos, sobrancelhas, nariz, lábios) , a constituição das mãos (cinco dedos, sendo o polegar oponível aos outros), a estrutura do esqueleto, do cérebro, etc.
A hereditariedade individual por outro lado, designa o conjunto informações genéticas responsáveis pelas características próprias de um determinado indivíduo e que o distingue de todos os outros membros dentro da sua espécie. Por exemplo, no caso humano, a espessura dos lábios, a forma do queixo, a cor dos olhos, o tom de pele, dedos mais finos ou mais longos, etc. Podemos afirmar que estes dois tipos de hereditariedade coexistem no mesmo indivíduo. Todos temos hereditariedade específica - que nos torna humanos – e todos temos hereditariedade individual – que nos torna únicos.
GENÓTIPO E FENÓTIPO
Já sabemos que não herdamos características acabadas, mas potenciais genéticos que poderão ou não vir a actualizar-se. Esta ideia de herança de caracteres inacabados compreende-se melhor se nos munirmos dos conceitos de genótipo e fenótipo, destacando a diferença de significado que existe entre ambos.
Também chamado genoma, o genótipo refere-se ao conjunto de todos os genes de um indivíduo, que são constituídos por ADN. Não se trata de caracteres visíveis, mas de elementos de natureza química, cuja combinação pode vir a originar determinadas características. Designamos por genótipo as características hereditárias puras, isto é, aquelas que herdámos dos pais e que ainda não sofreram quaisquer alterações ambientais. Designa o potencial genético de um indivíduo, isto é, a predisposição para exprimir determinados traços morfológicos, psicológicos e comportamentais.
Contudo, as características de um indivíduo não dependem apenas do código genético que recebem aquando da sua concepção – ele sofre a influência do meio ambiente. Designamos por fenótipo o conjunto de características observáveis que um organismo apresenta como resultado da interacção entre o património genético e as influências ambientais.
Síntese elabora por Ana carolina, nº1 do 12º C
Síntese elabora por Ana carolina, nº1 do 12º C
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